É perigoso ter um gato na gravidez?

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[vc_row css=”.vc_custom_1563358327335{padding-top: 5px !important;}”][vc_column css=”.vc_custom_1563359158745{margin-bottom: 0px !important;padding-bottom: 0px !important;}”][vc_column_text]O período em que uma mulher se encontra grávida é repleto de desafios, uma vez que envolve diversos cuidados. Existe o mito de que as mulheres grávidas não podem conviver com gatos, contudo, tal não é verdade desde que sejam asseguradas algumas precauções, para que se reduza ao máximo o risco de contágio de taxoplasmose.

Provocada pelo parasita “Toxoplasma Gondii”, a toxoplasmose é uma doença sem grande gravidade, todavia, no caso das mulheres grávidas, em especial aquelas que nunca contraíram a doença não estando por isso imunes, pode provocar mal formações graves no feto. Por outro lado, há muitas mulheres que adquirem a imunidade à doença de forma natural. Esta imunidade é detetada nas primeiras semanas de gravidez através de análises próprias.

Os gatos são os únicos animais que, quando contaminados com o “Toxoplasma” o eliminam através das suas fezes. Noutros animais, o parasita fica adormecido nos músculos pelo que a ingestão de carnes cruas é o principal fator de risco para a contaminação desta doença.

Ainda assim, a estatísticas revelam que apenas 1% dos gatos de estimação transmitem a toxoplasmose. Por norma, o risco de contração da doença é maior pela ingestão de carnes mal cozinhadas do que pela presença de um gato em casa.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row css=”.vc_custom_1563359079744{margin-top: 0px !important;padding-top: 0px !important;}”][vc_column][mkdf_block_quote text=”CUIDADOS QUE A GRÁVIDA NÃO IMUNE DEVE TER PARA EVITAR A TOXOPLASMOSE”][/vc_column][/vc_row][vc_row css=”.vc_custom_1563360010755{padding-bottom: 47px !important;}”][vc_column][vc_column_text]Enumeramos alguns cuidados que deve ter no caso de não ser imune a esta doença:

  • Não comer enchidos;
  • Cozinhar bem as carnes que irá consumir;
  • Lavar bem as frutas e verduras que consuma cruas;
  • Manter a banca e os utensílios de cozinha limpos e desinfetados;
  • Dar ao gato ração seca ou húmida;
  • Manter o gato dentro de casa, evitando que cace as suas presas e ingira carne crua;
  • Garantir que a areia do gato é mudada diariamente para evitar a acumulação de bactérias. Atenção! Esta mudança não deve ser feita por si. Se for possível, peça a ajuda de um familiar ou de um amigo para o fazer;
  • Evitar o contacto com as fezes do gato;
  • Lavar bem as mãos depois de tocar no gato e, em caso algum, levar as mãos à boca sem serem lavadas primeiro;
  • Usar luvas resistentes em trabalhos de jardinagem, dado que podem existir fezes contaminadas.
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COMO SE PODE PREVENIR O CONTÁGIO DO GATO?

A contaminação do gato é feita pela ingestão de carne crua. Para prevenir este contágio, é ideal garantir-lhe uma alimentação cuidada. Mais uma vez, insistimos na questão da carne crua. Esta deve ser evitada dado que é nela que o parasita se encontra.

Opte por rações secas ou rações húmidas e, se possível, por mantê-lo em casa evitando apanhar a doença pela rua.

PREPARAR O SEU GATO PARA A CHEGADA DO SEU BEBÉ

Para um animal que esteja habituado a ter a atenção toda para si, é importante perceber que a chegada de um novo membro não lhe tirará território. Mas como conseguir que o seu gato esteja preparado para quando o seu bebé chegar a casa? É simples.

Em primeiro lugar, nunca deve esquecer que esta mudança deve ser feita de forma gradual. Para isso, poderá começar por usar os produtos que irá usar no seu bebé (cremes), na sua pele. Depois, permita que o seu gato a cheire e comece a desenvolver associações positivas ao novo aroma.

Em segundo lugar, pode introduzir gravações de bebés a chorar por forma a que o gato se comece habituar ao som e não estranhar. Se tiver amigos ou familiares que tenha bebés, poderá ainda convidá-los a visitar a sua casa, permitindo que o gato cheire o bebé. Este momento deve ser sempre supervisionado.

Em terceiro lugar, deve garantir que o quarto do bebé ou o local onde este dorme tem meio de impedir o acesso do gato. O contacto da sua criança com o seu bebé deve ser sempre supervisionado e nunca quando o bebé está a descansar.

Em quarto lugar, tente que a rotina do seu gato não seja muito alterada para que o mesmo não comece a sofrer com stress nem a sentir o bebé como uma ameaça. Tente dar-lhe os mesmos níveis de atenção e dar-lhe a ração à hora habitual.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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